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Olinda, a essência pernambucana

Olinda, a essência pernambucana

O casario colonial, as ladeiras, os coqueiros altos: na região metropolitana de Recife, a cidadezinha guarda atrativos para mais do que um bate-volta apressado

Por Eduardo Vessoni

Primeira capital de Pernambuco e reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade, Olinda costuma ser visitada em tours apressados de meio dia, já que fica a menos de dez quilômetros do Recife. Mas o casario colonial que flutua entre ladeiras e coqueiros altos é daqueles lugares dos quais a gente demora a querer sair.

O turismo acontece principalmente Cidade Alta, de onde se tem vista para algumas das quase 20 igrejas dessa versão pernambucana da mineira Ouro Preto. É verdade que muitos monumentos andam merecendo uma revitalização em suas fachadas manchadas pelo tempo, mas Olinda segue firme (e linda), com dezenas de ateliês de arte, museus, paredes grafitadas, feiras de artesanato e casario colorido que, no carnaval, veem blocos descerem ladeiras íngremes de paralelepípedos.

Casas coloniais coloridas | foto: shutterstock

Considerado o novo polo gastronômico da região metropolitana do Recife, o destino pega o turista também pelo estômago em locais que vão desde as barracas das tapioqueiras do Alto da Sé até festivais de gastronomia, como o Recife Restaurante Week. Um bom exemplo desse movimento é o restaurante Beijupirá, que já virou sinônimo da culinária olindense. Só a vista que se tem dali, no Alto da Sé, já valeria a visita. Mas a casa ainda tem cozinha cuidadosa, com receitas variadas como o Beijupitanga (filé de peixe grelhado com arroz de castanha e molho de pitanga) e o Camaranga (camarão puxado na manteiga, com fatias de manga grelhada e arroz de aipo).

Quem leva:
Sanchat Tour, 11/3017-3140 | sanchattour.com.br

 

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