Para ver ou para comer? Mercadões que vão além da gastronomia - Revista Viajar
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Para ver ou para comer? Mercadões que vão além da gastronomia

Para ver ou para comer? Mercadões que vão além da gastronomia

Mercadões par satisfazer a câmera fotográfica e o paladar

Por Redação

Borough Market, Londres
Do século 13, hoje é um reduto gourmet com mais de cem bancas de produtos frescos, embutidos, queijos, temperos, azeites… Tem ainda comidinhas de várias partes do mundo.

Bazar das Especiarias, Istambul
Também chamado de Mercado Egípcio e na ativadesde o século 17, tem cerca de 90 bancas coloridas e perfumadas que vendem favos de mel, nozes, frutas secas, temperos, chás e os famosos docinhos gelatinosos conhecidos como “deleite turco”.

foto: shutterstock

Marché des Enfants Rouges, Paris
No 3e arrondissement, o mercado coberto mais antigo de Paris reúne 20 estabelecimentos, desde quitandas e padarias até rotisserias étnicas e restaurantes.

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Mercado San Miguel, Madri
Em uma construção de ferro de 1916, o “templo das tapas” reúne mais de 30 bancas, com jamóns, churros e outros petiscos.

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Mercado de Pinheiros, São Paulo
Uma onda hipster trouxe nomes consagrados da gastronomia, como Rodrigo Oliveira e Alex Atala, para brilhar entre os 39 estandes, que incluem ainda quitandas, mercearias, peixarias e floriculturas.

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Mercato Centrale, Florença
Em 2014, o histórico mercado do século 19 teve sua estrutura de ferro e vidro renovada. Ali, produtos italianos como massas, vinhos e queijos podem ser provados especialmente nos restaurantes do mezanino.

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